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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

LUCKY DUBE

Lucky Dube

Estacios valoi
02/03/09

Durante a continuidade da sessão de julgamento do caso Luck Dube quinta-feira passada, o ultimo ate aqui, o juiz Seun Moshidi não se fez esperar perante a tentativa do advogado dos acusados tentar manobrarem o curso das declarações que vem sendo feitas pela testemuha do Ministério Publico Thabo Marupinga.

Perante tal facto, o juiz “vaiou” o advogado de defesa Vincent Soko apelando o para que não fizesse acréscimos verssionados das declarações feitas pela testemunha de forma a não desviar a atenção da testemunha assim como a do tribunal. Na ocasião o juiz afirmou ’ a testemunha não esta barralhada. Voce é quem esta confuso.

Por mais de 5 vezes durante o exame cruzado de provas no tribunal, Soko tentou confundir Thabo Maruping com factos inconsistentes relativamente aos passos que levaram a morte do musico por este já relatados ‘testemunha’ a aquela instancia superior de magistratura.

O advogado do ministério publico Lethabo Mahine rejeitou as alegações feitas pelo seu colega de defesa Vincent Soko, argumentado que este estava a persuadir o seu constituinte, isto e, do ministério publico, tentando desvia-lo perante o processo de auscultação das testemunhas que vem sendo feito pelo tribunal.

Soko que imediatamente se desculpou perante o tribunal, apôs a advertência feita pelo Juiz de que ‘ só e só a verdade estava em questão, apelando ao advogado da seguinte forma; ‘ perante a testemunha, daqui em diante opte pela versão correcta dos factos. Contudo, ‘segundos’ depois o advogado voltou a ‘meter os pés pelas mâos’ ao cometer o mesmo deslize.


Soko questionado pelo juiz Seun Moshide sobre a sua conduta, devidas as incongruências por ele cometidas por mais de uma vez, o advogado respondeu afirmando que a testemunha parecia perturbada.

Moshid rebateu aludindo que a testemunha não estava confusa, mas sim o proprio advogado. Na ocasião mais uma vez o juiz clamou pelo uso da versão certa dos factos relatados pela testemunha no tribunal.

Soko que tentava sair de mansinho do ‘ embroglio’ em que se metera, voltou a desculpar se. Todavia, minutos depois voltou a mesma discrepancia.


O Juiz ‘ cansado’ de muitas desculpas, afirmou ‘minutos antes disse-te para que te mantivesses na versão certa dos acontecimentos expressa pela testemunha. ‘’vamos prosseguir na mesma forma, você fazendo alusão da versão incorrecta e quando a uma objecção opta pela retirara da pergunta exposta”?

Soko a posterior admitiu que também estava baralhado. nesta ordem de ideia, o juiz disse o para que reorganiza-se o seu raciocínio porque estava a confundir a testemunha.


Quanto ao julgamento muita tinta ainda vai correr.

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