segunda-feira, 9 de novembro de 2009

CNCD VASSALAGEM A GUEBUZA


Vassalagem a Guebuza
Estacios Valoi Foto:Ismael Miquidade
24/08/09
A Catedral da Cultura acolheu recentemente o tributo a Guebuza evento este organizado pela Companhia Nacional de Canto e Danca pelos feitos alcansados no seu mandado como a questao da Barragem Cahora Bassa, a contrucao da ponte de ‘Unidade Nacional atraves da peca ‘ Luz do Tambor de Um Heroi’.
A chegada do Presidente a Catedral da Cultura foi recebido por um grupo de jovens aparentemente deslocados da coreografia anteriormente ensaida nao fosse o Director Geral da CNCD David Abilio por sinal o homem de contactos da mesma a ‘abanar’ os ‘pupilos’ para que voltassem a marcha recta assim que o chefe de estado saiu da sua majestosa viatura.
A peca ‘ Luz do Tambor de Um Homem’ por sinal encomendada a coreografa Maria Elena Pinto ou a Companhia Nacional de Canto e Danca teve como destaque reportagens exibidas em DVD carregadas de discursos ideologicos do Presidente durante o seu periplo pelo Pais assim como alguns momentos de danca associados a teatro conforme a coreografia que durou algumas boas horas.
Mais politica e menos cultura foi o que caracterizou o tributo prestado ao presidente Armando Guebuza pela peca intitulada ‘Luz do Tambor de Um Heroi‘ e uma exposicao fotografica que retrata alguns lugares onde o presidente visitou durante a sua presidencia aberta durante o seu mandato que esta no fim.
As ‘pessoas’ fizeram se ao local para ‘in loco’ sentir e ver desfilar a CNCD a semelhanca do que nos habituou, mas pouco se viu para uma grupo do gabarito nacional profissional
No decorrer da apresentacao duas alas sobressaiam, sendo uma delas a de dois cidadaaos pacatos, o engraxador ‘matusse’ e o seu cliente cujo o nome ficou perdido no palco a semelhanaca de outros muitos poucos, mas que nao podem deixar transparecer o seu ponto de vista perante o publico. Esta primeira ‘ala’, que de voz bem viva desabafava ao seu belo prazer aos olhos bem atentos do Presidente da Republica e do seu governo dizia,
‘A Frelimo Partido no poder esta organizado, bem organizado, mas ‘só organiza ladroes e corruptos. Matusse questionava.Qual é o mocambicanao que esta organizado? Apenas existe um grupo restrito organizado!
A ‘ala 2 ‘ favoravel ao Partido no poder rebatia numa plena demostracao de forca como se em plena campanha eleitoral estivessem, e como de pras acompanhados da plateia constituida por estudantes convocados em algumas escolas secundarias da Cidade de Maputo para que se fizessem presentes no cine Africa e darem mais eco a campnha eleitoral que se fazia naquele espaco. Palmas, gritos foram uma constante em apoio ‘ala 2’ por sinal frelimista. ‘A Frelimo é o melhor partido para governar, vamos votar na Frelimo’.
Já a exposicao fotografica com algumas fotos boas outras mas e outras fora do contexto, eu que ia a boleia do fotografo Miquidade iamos ‘ descancando’ contatando que algumas tinham muita luz, sem plano, mas todas elas colocadas como ‘cunho’ dos ‘feitos’ alcansados pelo governo actual em homenagem ao Presidente Guebuza.
Escorregao do organizador da exposicao ou da homenagem que a dado momento a casca de babana o traiu porque numa das fotos em exposicao ilustra a Presenca do chefe de estado em visita a uma fabrica mocambicana produtora de Jam mas que no recepiente de vidro tras na tampa um rotulo ‘ Cross&Blackwell’ aparentemente mocambicanizada conforme o local onde foi tirada, nao fosse a propria marca a refutar qualquer mocambicanidade do produto.
Para alem dos varios discursos politicos a moda DVD, tambem fomos ‘levados com um poema inedido que tem como autor o proprio Presidente da Republica e que supostamente foi concedido a Companhia Nacional de Canto e Danca para que fisesse o seu bom uso na ‘campanha eleitoral que se fez em palco.
Ainda na exposicao fotografica, as fotos retratam as viagens das visitas presidenciais nos distritos por onde foi rasgando os ceus do territorio mocambicano em helicoptero ‘milhoes de meticais’ em prol do combate a pobreza absoluta. Mais uma vez o ‘Partido do Canto e Danca (CNCD) nao deixou em maos alheias o seu credito, só que desta vez conforme a exibicao ‘engraxou’ o Partido do Batuque e da Macarroca ate ao ultimo minuto segundo o engraxador em palco que bem demostrou como isto se faz. So que de facto ele estava a engraxar sapatos e nao sapatilhas.
Por outro lado a peca levou-nos a uma viagem historica nao recente, a epoca do Rei Gungunhana e conforme reza a historia detinha meios de producao, isto é, varios territorios em seu poder, desde terras, gado.. etc Era o chefe maximo. Na mesma, era notavel a percepcao destorcida sobre a figura do Rei e a do Presidente que ‘cegava’ aos pupilos que se encontravam no balcao a ‘rebentar pelas costuras’ de tanto abarrotado onde vislubravam corres azul e branco do uniforme dos ‘putos ‘ sentados em acentos ‘vestidos’ a vermelho, porque sua excelencia ia estar naquele espaco por conseguinte uma das favoritas da Frelimo que dava a impressao de casa reabilitada mas que de muito precisa nao fossem os banheiros a precisarem de reparacao, o cheiro nauseabundo que se faz sentir a entrada para o lado de tras ou dos carros devido a uma fossa que vai dancando aos cantos e encantos da companhia.
Tanta foi a contestacao do sistema de governacao encetada pelo ‘engraxador e seu cliente’ enfatizando que ‘a Frelimo anda a manipular as pessoas para votarem no batuque e na macaroca, mas o barrulho ensurdecedor em plena lavagem cerebral dos ‘pupilos’ que em aplausos e gritos ‘carribavam’ positivamente as afirmacoes da ‘ala 2’ cujo actor sentado em uma poltrona e junto a ele o seu ‘cavalo branco’ pro-Frelimo que sempre que interviesse trazia discursos em ovacao permanente ao presidente em plena demonstracao de forca no pleito eleitoral desenhado para a ocasiao ou para o que se avizinha.
No evento Politico Cultural estiveram presentes personalidades de diferentes esferas socias mocambicanas numa sala que esteve quase repleta nao fosse a ausencia notavel da comunidade internacional residente no Pais ou em Maputo, onde sobressaiam todos os acentos ao corpo diplomatico reservados que se encontravam as moscas. Talvez nao se tenham feito presentes devido a tanto alvoroco ou por estarem cansados de serem ‘bombardeados ‘por slogans de combate a pobreza absoluta quando a maior percentagem dos objectivos com o governo acordados nao tenham sido alcansados’ diretrizes dos G8 que inclui o combate a riqueza absoluta, o sistema judicial mocambicano que todavia carrega consigo varios processos que infelizmente sobram nas gavetas da procuradoria e outros casos mal parados, isto para nao falaz dos encarcerrados que nunca sao julgados acabando por serem soltos em procssos menos claros e ou maquiavelicos.
Tambem nao se fizeram presentes qualquer membro da oposicao, muito menos o politico Yacube Simbinde que de quando em vez aparece em efemerides organizadas pelo Partido no poder, quica esteja a ‘ressacar ‘ devido ao ‘atropelo’ da sua recente candidatura na corrida a Ponta Vermelha 0utubro proximo. Tratando se do tributo ao Presidente da Republica, era irreversivel a apresentacao politica cultural que a companhia exibiu. Mas sendo a coreografa Maria Elena Pinto reconhecida pelas suas pecas com as quais sempre surpeendeu o publico desta vez nao fugiu a regra, só que pela negativa nao fosse a mesma encomendada!Fui la para ver a companhia apresentar um tributo ao Presidente focalizado na canto e danca’ e nao em discursos que desses tambem sou como a comunidade internacional para nao dizer como tantos outros mocambicanos.
Melhor, teria sido frutifero presenciar um daqueles shows que se apresentam ao domingos no cine Africa carregados de ‘cultura’ apesar de por vezes aparecerem algumas vozes mais afinadas ou desafinadas que as outras mas que os jovens sabem que tem por la entretenimento por um par de horas e que saiem com as suas almas lavadas depois.
Foi a campanha eleitoral mais rapida alguma vez vista na historia do pais dos chefes, pelo menos sem a distribuicao de camisetes e nao um saco de arroz’.
Ainda na mesma esteira, o ‘Partido da Danca (CNCD) ‘ o engraxador e o seu cliente no auge da peca aderem a uma velocidade estonteante ao Partido Politico do batuque e da Macaroca num acto de coligacao que nem tempo de refletir o espetador teve. Quando dei por mim os dois ja estavam a gritar, a cantar em unissomo com a ‘ala 2’ que representou o partido no poder num processo eleitoral no qual se pretendeu vitoria da Frelimo.
Uma amiga por sinal cantora de ritmos tradicionais da Banda Likute lembrou me a dias em entrevista que nos tempos a hora do almoco, os mercados eram sempre fechados num intervalo criado para que senhoras, homens praticassem a danca Zorre, Xigubo e outras mas que actualmente so a ‘mola’ interessa num pais cada vez menos cultural.
A vassalagem foi feita. Abilio ,afinal de contas parece me que só e só o dolar conta!

Vassalagem a Guebuza
Estacios Valoi
24/08/09
A Catedral da Cultura acolheu recentemente o tributo a Guebuza evento este organizado pela Companhia Nacional de Canto e Danca pelos feitos alcansados no seu mandado como a questao da Barragem Cahora Bassa, a contrucao da ponte de ‘Unidade Nacional atraves da peca ‘ Luz do Tambor de Um Heroi’.
A chegada do Presidente a Catedral da Cultura foi recebido por um grupo de jovens aparentemente deslocados da coreografia anteriormente ensaida nao fosse o Director Geral da CNCD David Abilio por sinal o homem de contactos da mesma a ‘abanar’ os ‘pupilos’ para que voltassem a marcha recta assim que o chefe de estado saiu da sua majestosa viatura.
A peca ‘ Luz do Tambor de Um Homem’ por sinal encomendada a coreografa Maria Elena Pinto ou a Companhia Nacional de Canto e Danca teve como destaque reportagens exibidas em DVD carregadas de discursos ideologicos do Presidente durante o seu periplo pelo Pais assim como alguns momentos de danca associados a teatro conforme a coreografia que durou algumas boas horas.
Mais politica e menos cultura foi o que caracterizou o tributo prestado ao presidente Armando Guebuza pela peca intitulada ‘Luz do Tambor de Um Heroi‘ e uma exposicao fotografica que retrata alguns lugares onde o presidente visitou durante a sua presidencia aberta durante o seu mandato que esta no fim.
As ‘pessoas’ fizeram se ao local para ‘in loco’ sentir e ver desfilar a CNCD a semelhanca do que nos habituou, mas pouco se viu para uma grupo do gabarito nacional profissional
No decorrer da apresentacao duas alas sobressaiam, sendo uma delas a de dois cidadaaos pacatos, o engraxador ‘matusse’ e o seu cliente cujo o nome ficou perdido no palco a semelhanaca de outros muitos poucos, mas que nao podem deixar transparecer o seu ponto de vista perante o publico. Esta primeira ‘ala’, que de voz bem viva desabafava ao seu belo prazer aos olhos bem atentos do Presidente da Republica e do seu governo dizia,
‘A Frelimo Partido no poder esta organizado, bem organizado, mas ‘só organiza ladroes e corruptos. Matusse questionava.Qual é o mocambicanao que esta organizado? Apenas existe um grupo restrito organizado!
A ‘ala 2 ‘ favoravel ao Partido no poder rebatia numa plena demostracao de forca como se em plena campanha eleitoral estivessem, e como de pras acompanhados da plateia constituida por estudantes convocados em algumas escolas secundarias da Cidade de Maputo para que se fizessem presentes no cine Africa e darem mais eco a campnha eleitoral que se fazia naquele espaco. Palmas, gritos foram uma constante em apoio ‘ala 2’ por sinal frelimista. ‘A Frelimo é o melhor partido para governar, vamos votar na Frelimo’.
Já a exposicao fotografica com algumas fotos boas outras mas e outras fora do contexto, eu que ia a boleia do fotografo Miquidade iamos ‘ descancando’ contatando que algumas tinham muita luz, sem plano, mas todas elas colocadas como ‘cunho’ dos ‘feitos’ alcansados pelo governo actual em homenagem ao Presidente Guebuza.
Escorregao do organizador da exposicao ou da homenagem que a dado momento a casca de babana o traiu porque numa das fotos em exposicao ilustra a Presenca do chefe de estado em visita a uma fabrica mocambicana produtora de Jam mas que no recepiente de vidro tras na tampa um rotulo ‘ Cross&Blackwell’ aparentemente mocambicanizada conforme o local onde foi tirada, nao fosse a propria marca a refutar qualquer mocambicanidade do produto.
Para alem dos varios discursos politicos a moda DVD, tambem fomos ‘levados com um poema inedido que tem como autor o proprio Presidente da Republica e que supostamente foi concedido a Companhia Nacional de Canto e Danca para que fisesse o seu bom uso na ‘campanha eleitoral que se fez em palco.
Ainda na exposicao fotografica, as fotos retratam as viagens das visitas presidenciais nos distritos por onde foi rasgando os ceus do territorio mocambicano em helicoptero ‘milhoes de meticais’ em prol do combate a pobreza absoluta. Mais uma vez o ‘Partido do Canto e Danca (CNCD) nao deixou em maos alheias o seu credito, só que desta vez conforme a exibicao ‘engraxou’ o Partido do Batuque e da Macarroca ate ao ultimo minuto segundo o engraxador em palco que bem demostrou como isto se faz. So que de facto ele estava a engraxar sapatos e nao sapatilhas.
Por outro lado a peca levou-nos a uma viagem historica nao recente, a epoca do Rei Gungunhana e conforme reza a historia detinha meios de producao, isto é, varios territorios em seu poder, desde terras, gado.. etc Era o chefe maximo. Na mesma, era notavel a percepcao destorcida sobre a figura do Rei e a do Presidente que ‘cegava’ aos pupilos que se encontravam no balcao a ‘rebentar pelas costuras’ de tanto abarrotado onde vislubravam corres azul e branco do uniforme dos ‘putos ‘ sentados em acentos ‘vestidos’ a vermelho, porque sua excelencia ia estar naquele espaco por conseguinte uma das favoritas da Frelimo que dava a impressao de casa reabilitada mas que de muito precisa nao fossem os banheiros a precisarem de reparacao, o cheiro nauseabundo que se faz sentir a entrada para o lado de tras ou dos carros devido a uma fossa que vai dancando aos cantos e encantos da companhia.
Tanta foi a contestacao do sistema de governacao encetada pelo ‘engraxador e seu cliente’ enfatizando que ‘a Frelimo anda a manipular as pessoas para votarem no batuque e na macaroca, mas o barrulho ensurdecedor em plena lavagem cerebral dos ‘pupilos’ que em aplausos e gritos ‘carribavam’ positivamente as afirmacoes da ‘ala 2’ cujo actor sentado em uma poltrona e junto a ele o seu ‘cavalo branco’ pro-Frelimo que sempre que interviesse trazia discursos em ovacao permanente ao presidente em plena demonstracao de forca no pleito eleitoral desenhado para a ocasiao ou para o que se avizinha.
No evento Politico Cultural estiveram presentes personalidades de diferentes esferas socias mocambicanas numa sala que esteve quase repleta nao fosse a ausencia notavel da comunidade internacional residente no Pais ou em Maputo, onde sobressaiam todos os acentos ao corpo diplomatico reservados que se encontravam as moscas. Talvez nao se tenham feito presentes devido a tanto alvoroco ou por estarem cansados de serem ‘bombardeados ‘por slogans de combate a pobreza absoluta quando a maior percentagem dos objectivos com o governo acordados nao tenham sido alcansados’ diretrizes dos G8 que inclui o combate a riqueza absoluta, o sistema judicial mocambicano que todavia carrega consigo varios processos que infelizmente sobram nas gavetas da procuradoria e outros casos mal parados, isto para nao falaz dos encarcerrados que nunca sao julgados acabando por serem soltos em procssos menos claros e ou maquiavelicos.
Tambem nao se fizeram presentes qualquer membro da oposicao, muito menos o politico Yacube Simbinde que de quando em vez aparece em efemerides organizadas pelo Partido no poder, quica esteja a ‘ressacar ‘ devido ao ‘atropelo’ da sua recente candidatura na corrida a Ponta Vermelha 0utubro proximo. Tratando se do tributo ao Presidente da Republica, era irreversivel a apresentacao politica cultural que a companhia exibiu. Mas sendo a coreografa Maria Elena Pinto reconhecida pelas suas pecas com as quais sempre surpeendeu o publico desta vez nao fugiu a regra, só que pela negativa nao fosse a mesma encomendada!Fui la para ver a companhia apresentar um tributo ao Presidente focalizado na canto e danca’ e nao em discursos que desses tambem sou como a comunidade internacional para nao dizer como tantos outros mocambicanos.
Melhor, teria sido frutifero presenciar um daqueles shows que se apresentam ao domingos no cine Africa carregados de ‘cultura’ apesar de por vezes aparecerem algumas vozes mais afinadas ou desafinadas que as outras mas que os jovens sabem que tem por la entretenimento por um par de horas e que saiem com as suas almas lavadas depois.
Foi a campanha eleitoral mais rapida alguma vez vista na historia do pais dos chefes, pelo menos sem a distribuicao de camisetes e nao um saco de arroz’.
Ainda na mesma esteira, o ‘Partido da Danca (CNCD) ‘ o engraxador e o seu cliente no auge da peca aderem a uma velocidade estonteante ao Partido Politico do batuque e da Macaroca num acto de coligacao que nem tempo de refletir o espetador teve. Quando dei por mim os dois ja estavam a gritar, a cantar em unissomo com a ‘ala 2’ que representou o partido no poder num processo eleitoral no qual se pretendeu vitoria da Frelimo.
Uma amiga por sinal cantora de ritmos tradicionais da Banda Likute lembrou me a dias em entrevista que nos tempos a hora do almoco, os mercados eram sempre fechados num intervalo criado para que senhoras, homens praticassem a danca Zorre, Xigubo e outras mas que actualmente so a ‘mola’ interessa num pais cada vez menos cultural.
A vassalagem foi feita. Abilio ,afinal de contas parece me que só e só o dolar conta!

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