quarta-feira, 4 de Maio de 2011

Malaria


Quelimane na Zambézia uma cidade em risco
Texto e fotos: Estacios Valoi
03/04/11
Nível de prevalência da Malária na cidade de Quelimane cai de 7410 registados nos primeiros meses do ano transacto para 4383 de Janeiro a Abril, uma redução de 41%.
Marcou se no dia 25 de Abril no 4 aniversario do dia mundial de luta contra a malária, celebrado sobre o lema progressos e impacto numa cidade em que e apesar da situação actual ser considerada de positiva pelas autoridades sanitárias em Quelimane, esta continua sendo de risco.
Segundo Raviesa Silima, medica chefe da Cidade de Quelimane baseado se no boletim epidemiológico especificamente para a cidade de Quelimane a prevalência em termos de consultas externas esta na ordem de 44% e 55% em termo de admissões nas unidades sanitárias e notou se redução de 41% de casos que foram notificados num total de 4.383 durante este ano e contra 7410 do ano passado.
“Uma redução de 41% realmente constitui um dado muito positivo. Referir que a malária em Moçambique é uma das doenças que temos maior número de morbilidade e mortalidade mas felizmente nos últimos anos têm tido redução em termos de índice de mortes, isto graças a várias actividades de prevenção que o ministério da saúde tem levado a cabo”.
Realmente a cada ano tentamos reformular as nossas estratégias. A nível do ministério da saúde temos vários programas de luta contra a malária, e um dos programas chamado atípico que é a profilaxia de malária onde todas as mulheres grávidas tomam comprimidos para prevenir a malária e o outro é a distribuição da rede mosquiteira a toda a mulher grávida e a criança, o programa de pulverização inter e extra domiciliária para além de várias palestras que o serviço de saúde tem levado a nível das comunidades. Estes medidas na sua junção contribuem para a redução do índice de prevalência da “.
Em termos de tratamento da malária Silima disse que a primeira linha de tratamento é o Coarctem enquanto a segunda tem o quinino e as actividades multissectoriais que vem desenvolvendo, mas que devido a existência de muitos focos para a proliferação do mosquito causador da malária Quelimane continua em risco.
“Nos temos como primeira linha o coarcte, o Quinino que nós estamos a utilizar como segunda linha de tratamento. Realmente temos valas de água que são focos de proliferação do mosquito e estamos a tratar de trabalhar de forma multissectorial no sentido de que estas valas tenham uma limpeza contínua e, no que diz respeito a factores de risco Quelimane realmente esta em risco, mas essas actividades de uma forma conjunta estão a contribuir para a redução do número de novos casos de malária”.
Apesar destas celebrações, são tantas as pessoas que não tem acesso ao tratamento da malária.

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