segunda-feira, 4 de junho de 2012

Lindiwe Satlle

Texto e fotos: Estacios Valoi 28/05/12 A Cantora compositora que fez a sua primeira entrada em grande no concerto a solo cantando na copa mundial realizado na África d Sul concerto tocando o “ homem fez a lua” (Man made Moon), uma carreira que foi florescendo, também conhecida como a cantora que sabe combinar a beleza da moda e o poder da musica, abrangendo várias audiências que o usual. Com raízes nos seus progenitores. Filha do produtor e acolhedor de Felícia Mabuza, “provou que a maça na cai distante da arvore. Cresceu ouvindo seus pais a soul, rolando com Michael Jackson, Cindi Lauper, graduou na moda e trabalhou como estilista para pessoas como Beyoncé …Nos seus primórdios actuou em pequenos clubes de Cape Town e actualmente com seu estilo e moda. Mas também foi ao género, estilo das andanças com e da cantora norte americana Beyoncé que Sutlle encontrou suas linhas., primeiro como estilista da artista norte americana e depois desenhando suas roupas. Como cantora e compositora até o lançamento do seu primeiro álbum, sua entrada triunfal da se quando ela é descoberta por uma lenda da musica alemã Marius Muller- Westernhagen que impressionado com a sua actuação depois de a ter visto em Cape Town o que mais tarde levou a uma colaboração musical com o produtor Ivan Georgiev que fez a dobra na retaguarda vocal da cantora com sons contemporâneos de Berlim. Na sua infância contam se experiencias com a escrita de líricas, rabiscando inspirações de mestres na arte de contar, estorias como Tori Amos, Bjork e PJ Harvey, as suas músicas tem a ver com o “ser formatado nos colégios” o seu amor pela moda e justiça social. No seu álbum Kamikaze que fez questão de levar ao Cape Town International Jazz Festival 13 edição, na companhia do baterista moçambicano Texito Langa, em mais uma promoção do recente trabalho da cantora que acredita na música, em que cada canção é profundamente pessoal aberta e honesta intitula o álbum, Kamikaze “ penso que nele dei tudo de mim”. Para alem de Texito Langa, a cantora que cresceu na industria da moda trabalhando com agencias de renome como DKNY e Kenneth Cole tendo mais tarde optado pela carreira da musical também esteve em palco acompanhada por duas bandas – ZPYZ de Berlim, seus convidados especiais “ Kamikaze Art e o engenheiro de som Dave Kutch que fez as misturas do álbum o qual descreve como sendo “ soul electrónico orgânico”, álbum este escrito pela cantora em Berlim. Apesar de ter “ deixado” o mundo da moda, hoje conscientemente continua profundamente ligada a moda adicionando partes dos modelos de Beyoncé nos seus espectáculos. “Os meus shows. Se fechares os olhos são um teatro, cresci com isso e entro de mim adoro estar profundamente na indústria de moda, para mim ‘e uma experiencia. Para mim a música é o coro e envolta dela têm os costumes, moda. Não quero sugerir. Sabes quando estas lá. Não quero sugerir. Certamente é muito forte seguir, mas constatamos mudanças positivas. Podemos ver, nos apercebemos que o que pões lá fora, esta lá”. “ Ė Curioso. Isto leva me de volta a outras épocas. O meu primeiro trabalho no mundo a moda estava a trabalhar como a pessoa que vestia a Beyoncé, estar ao lado dela. Não se trata de ter estado com a artista naquela ou esta fase, a estrela que ela era, a sua personalidade, em geral estar com pessoas. Naquela fase com ela aprendi, porque ela era uma pessoa forte, estar com ela, mais do que estar é a forma amável como ela trata as pessoas e isso aprendi com ela”. “A razão porque deixei de trabalhar no mundo da moda é as vezes quando estava a trabalhar, algumas pessoas, celebridades com quem trabalhei não se comportavam da mesma forma que a Beyoncé. Trabalhar como estilista era muito difícil porque as pessoas consideram o estilo, a moda como algo pessoal. Pessoalmente, achei que trabalhava melhor estando do lado de fora e mudava com as diferentes formas da moda, os estilos dos meus diferentes fans. Quando criança queria estar no palco e cantar as musicas da Whitney Houston. Para ser sincera quando a Houston perdeu a vida, novamente comprei todos os álbuns dela, e apercebi me que enquanto cantava e saltava queria cantar dela. Penso que tive a minha primeira lição das músicas da Whitney cinco anos atrás.” Seu estilo musical electrónico género num evento de musica Jazz “A música que actualment e faço, e uma fusão de viagens diferentes, talvez tenho duas músicas em que tenho um pouco de Jazz, também soul e outra Rock ‘n roll. Se é fusão, é fusão! Por isso o festival deve abrir se mais, não ter apenas o Jazz tradicional mas viagens diferentes. Penso que isso é o que esta a acontecer pelo mundo com os outros festivais de Jazz ”.

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