terça-feira, 12 de junho de 2012

Capacitação de jornalistas na área da saúde

Textos e fotos: Estacios Valoi 13/06/12 Realizou se semana finda no posto administrativo de Metoro na província de Cabo Delgado um curso de capacitação de jornalistas organizado pela direcção provincial da saúde de Cabo Delgado em parceira com a sua congénere Pathfinder Internacional uma organização não governamental norte americana. Com participação de cerca e 20 jornalistas na sua maioria baseados naquela província teve como objectivo fulcral dinamizar um maior ímpeto na colaboração, divulgação de informação para o público, com temas a mesa como o plano multissectorial de prevenção e combate a doenças diarreicas, endémicas como HIV/Sida, malária, cólera assim como a questão do planeamento familiar, matérias da acção social e outros. Num evento agendado para as 7h00 mas que só teve a sua ponta pé de saída oficial por volta das 13horas quando a directora provincial da saúde Sãozinha Paula Agostinho se fez presente depois de atender questões partidárias do partido Frelimo no poder. A outra abertura não oficial foi feita pelos técnicos da saúde designados para a capacitação. A apresentação dos temas seguidos de acesos debates entre os participantes, elementos da saúde e o representante da Pethfinder Internacional, tiveram como uma das questões principais em reflexão o tipo de mensagem, forma, impacto, contexto que devem e são transmitidas ao público. Na abordagem destas áreas, também foram tomadas em consideração questões culturais, sociais. Até que ponto é benéfico, que impacto tem a mensagem dentro de uma certa comunidade, a questão da contra informação que muita das vezes constatamos quando há um surto de cólera.aspectos da sensibilização das comunidades. Conclui-se que era preciso fazer se um trabalho mais profundo no sentido de levar a informação certa ao ponto certo. Foram várias as sugestões por parte da média que foram unânimes relativamente a esta questão com ênfase para o maior envolvimento das comunidades locais, média e outros vectores da sociedade na elaboração de algumas mensagens. Representante da Penthfinder Internacional Randinho Tongai apresentou os temas ligados aos requisitos legais e de políticas do governo dos EUA para Programas de Planeamento Familiar enquanto os temas estiveram sob a égide dos elementos da saúde, acção social. Na altura Tongai disse que o planeamento familiar ‘e um direito da mulher, cabendo a esta a escolha do tipo de planeamento familiar que pretende. “ O sistema nacional de saúde por ser muito dependente as vezes por falta de controlo também aceitam que venham parceiros que dão incentivo, capulanas… as mulheres para fazerem o planeamento familiar (PF) e, isto aconteceu antes da nossa existência. Agora entrando com a politica do governo norte-americano é que na se pode dar incentivo. Planeamento familiar é um direito da mulher que tem que escolher que (PF) quer. O provedor da saúde tem que explicar, informar as mulheres na sua escolha”. A directora provincial da saúde de cabo delgado Sãozinha Paula Agostinho satisfeita com o curso de capacitação “Ė um balanço positivo pelo entusiasmo dos próprios participantes na capacitação e formação. Acreditamos que o jornalista vai sair com uma bagagem daquilo que é a sensibilização das nossas comunidades para poder aderir a aquilo que são os programas da saúde”. Que também o nosso jornalista esteja capacitado, saber responder a aquilo que é as preocupações da nossa população porque é o intermediário, de certa forma entre os anseios da população, de facto a demanda que nós como sector recebemos. “Daquilo que conseguimos perceber hoje como primeiro dia de capacitação e formação, vimos que os jornalistas da nossa província estão disponíveis para apoiar o sector na resolução daquilo que são os problemas da nossa população. A maior parte das coisas de que estamos aqui a falar o jornalista tem conhecimento. Simplesmente o que ele precisava era ter o domínio com mais detalhe daquilo que é a percepção tanto da sociedade e daquilo que são as linhas de trabalho do próprio sector. O jornalista precisava disto. Verdade que eles já ouviram falar muito sobre o HIV-Sida, planeamento familiar, mas precisavam de ter maior percepção para que no seu dia-a-dia, exemplo fazer melhores reportagens e interagir melhor com as próprias comunidades. Saio daqui muito satisfeita porque de facto ultrapassaram a minha expectativa”.Sublinhou Sãozinha Os homens da pena , também mostraram se satisfeitos com a capacitação e formação, contudo meio constrangidos quanto a organização". Jornalistas “ Foi bom, nestes dois iam podemos apreender mais sobre questões inerentes a saúde pública. Positivo. Apenas os constrangimentos relativamente a organização, mas foi produtivo” afirmaram alguns jornalistas.

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