domingo, 27 de maio de 2012

Policia cabo delgado confiante no seu trabalho

Texto e fotos: Estacios Valoi 27/05/12 A polícia da república de Moçambique na província de cabo delgado no seu mais recente informe semanal considera que o nível de criminalidade reduziu relativamente ao ano transacto. Numa cerimónia em que estiveram presentes parte considerável dos quatros daquela corporação que recentemente recebeu mais apoio em termos de meios de circulação vem como problema a considerar o maior fluxo de imigrantes na sua maioria tanzanianos. Segundo a comandante da polícia daquela província Dora Manjate os imigrantes ilegais estão envolvidos na caca furtiva, garimpo assim como a pesca ilegal “Tanzânia. Não são imigrantes ilegais virem para o garimpo assim como ao nível de caca, pesca furtiva, madeira. Temos tido esse tipo e imigrantes. Dos Países do corno da África, a maioria desses imigrantes ilegais do Pais vizinho, Tanzânia. Temos problemas sérios com eles mas em relação a isso há um trabalho que estamos a fazer em coordenação com as autoridades tanzanianas que é para minimizarmos esses problemas” Relativamente à redução ou aumento do índice de criminalidade Manjate não apresenta dados que possam sustentar tais afirmações o que contrasta com aquilo que seria um informe sobre a matéria e perante a insistência da nossa reportagem Manjate, sem apresentar dados apenas disse “Vamos continuar a trabalhar como estamos. Se a população que é o nosso termómetro, esta a dizer que estamos a trabalhar, significa que estamos no caminho certo, apenas vamos intensificar as nossas acções operativas de forma a reduzir cada vez mais a entrada de imigrantes ilegais em coordenação com todas as forcas que estão na linha da fronteira. Pensamos que no futuro vamos minimizar a entrada de imigrantes ilegais, em particular da Tanzânia”. Facto, e pelo que se assiste naquela província, mais do que o respeito da população para com a policia, a mesma tem pavor aos vulgo cinzentinhos e não só que por detrás do uniforme de defensor da legalidade e ordem publica, vai revistando aos transeuntes dia e noite, quer estudantes uniformizados, veículos na maioria das vezes com o propósito de extorquir o cidadão. A título de exemplo, não só aconteceu com alguns dos colegas da profissão mas com varias outras pessoas. Antes do agente da polícia exigir qualquer identificação ao cidadão, limita se a pedir dinheiro. “ Tem dinheiro. Vou te revistar. Esse dinheiro é meu”. Diz o elemento da polícia enquanto prossegue apalpando, metendo as mãos aos bolsos do indivíduo. Os automobilistas, esses são outras vitimas eleitas pelos homens da policia e a comandante alega estarem a procura de catanas e outros objectos contundentes e afirma ser trabalho da corporação. “ Talvez não estejam habituados. Nós, nas nossas acções precisamos de desconfiar alguns que achamos que devemos fazer revista e nós revistamos, mas depois deixamos o cidadão circular em paz. Nem todos são honestos, alguns transportam objectos proibidos e são esses objectos que nós procuramos. Como sabe temos o problema das catanas. As nossas revistam ao peão é mais por causa das catanas, de armas proibidas. Ė esse o nosso trabalho. Valores monetários vs identificação
“ A polícia esta a trabalhar internamente, nós detectamos e tomamos medidas, nossas internas para disciplinar a forca, como sabe, num conjunto de pessoas que somos e num trabalho como este, alguns enveredam por uma conduta que não é legal e quando tomamos conhecimento, tomamos medidas. Há alguns que tomamos medidas e outros que resistem as tentações. Casos dos elementos do trânsito, nós temos números ali de 10 que tem tido esses problemas, os próprios automobilistas indiciam aos polícias, então há esse problema”.

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