quarta-feira, 2 de maio de 2012

Jazz é Vida

Duas vozes um palco Dave Koz&Patti Austin Texto e fotos: Estacios Valoi 02/05/12 Dia internacional do jazz é celebrado a 30 de Abril. A data foi criada pela UNESCO e anuncia pelo pianista e embaixador da boa vontade da Unesco, Herbie Hancock. 2012 Marca as primeiras celebrações do dia cujo objectivo ‘e relembrar a importância do género musical e o contributo na promoção de diferentes culturas e povos a longo dos últimos anos. Alguns estratos da mensagem da directora geral da UNESCO, Irina Bokova, por ocasião d dia internacional d Jazz. “ Martin Luter King Jr. Disse uma vez que “ Jazz expressa a vida”. Este ‘e o espírito do primeiro ia Internacional do Jazz. O Jazz tem desafiado quase todas as tentativas de definição. O crítico musical John Fotrdham pode ter chegado mais perto quando escreveu a musica de Milles Davis como “ o som da batida do coração, da respiração ofegante, do sorriso súbito “ O Jazz tem sido uma forca para a transformação social positiva ao longo da sua história e permanece assim até hoje é por isso que a UNESCO criou o dia Internacional do Jazz. Desde suas raízes na escravidão, esse género musical tem levantado uma voz apaixonada contra todas as formas de opressão. Ele fala uma linguagem de liberdade que é significativo para todas as culturas”. Mas não é do dia Internacional do Jazz anunciado que vos quero falar, mas sim, do outro não anunciado, do dia-a-dia que por si só já se anunciara e ainda pela 13 edição do Cape Town International Jazz festival onde várias foram as formas como alguns músicos por nós entrevistados tentaram descrever o Jazz “ “Sons do espaço”, “circunstâncias”…; No raiar do sol, vento sopra, canta o mar, céu, que dança a areia, respira a natureza, simbiose do além, é como a mecânica que constitui os ser humano, complexo em fim, Jazz é vida mesmo, são todos os dias de Jazz e vice-versa. Os músicos, publico que deram vida a esta edição, como: Hugh Masekela& e seus convidados celebrando Mama “Africa” (SA) Moreira Project (Mocambique), Marcus Miller (USA), Unathi (SA), Allen Stone (USA, HHP (SA), Zakes Bantwini (SA), Nouvelle Vague (Franca), Ill Skillz (SA), Atmosphere (USA), Jean Grae (USA), Good Luck (SA), Pharoane Monch (USA), James Ingram (USA), Zahara (SA) que recentemente esteve em actuação em Maputo, Mocambique, Zamajobe (SA), Herbie Tsoaeli (SA), Dorothy Masuka (SA), Adam Glasser (UK/SA), Patti Austin Trio (USA) Kevin Mahogany (USA), The Andre Petersen Quintet (SA, USA, BL), Donald Harrison the trio/Ron Carter& Lenny White (USA), Brubecks Play e convidado especial Mike Rossi (USA/SA), Steve Dyer (SA), Sophia Foster (SA) Xia Jia Trio (China), Victor Kula (SA), Alfredo Rodriguez (Cuba), Jason Reolon Trio em performance com Buddy Wells (USA), David Sanchez e seu convidado especial Lionel Loueke (Porto Rico/Benin) Steve Dyrell (SA), Unathi (SA), Allen Stone (USA) Hassan’ adas (SA), Mike Stern& David Weckl (USA), Alexander Sinton High School Jazz Band (SA) Gabriel Tchiema (Angola), Lindiwe Suttle (SA), Virtual Jazz Reality (USA), Third World Band (Jamaica), Zakes Bantiwi (SA) Dave Koz o saxofonista.Desta vez foi, no concerto não anunciado do Cape Town Internanational Jazz festival no Green Squere Market em que Dave Koz e Petti Austin, isto dias antes do epicentro do festival no “ Convention Center” daquela cidade brilharam e abrilhantaram os “Concertos Livres” levados a cabo pela organização do evento espAfrica para a comunidade daquela urbe. Sem bilheteira são convidados alguns artistas de entre estes alguns do renome, como que para um aquecimento antes do dia “D” Foi lá onde Koz com cerca de 12 álbuns publicados e outros ainda na manga fez o seu maior concerto daquela edição do festival e não necessariamente no palco “ Kippies” dentro do “ Convenction Center”, O concerto não anunciado em que esteve no palco com a sua convidada especial Petti Austin, foi o melhor levando os milhares de espectadores presentes ao delírio com o seu smooth Jazz. Para não falar do cruzamento de vozes daquele dueto. E, o publico sempre pedindo mais uma. O duo fechou o concerto daquela sexta-feira em apoteose. Dave em duas décadas da sua careira, com um numero considerável de álbuns, na linha do seu Smooth Jazz tornou se num dos músicos de renome, o que recentemente fez com que tivesse uma estrela no ambicionado “Pátio da fama em Hollywood”. O seu mais recente álbum “ Hello Tomorrow lançado em 2011 com a participação de Jonathan Butler e Ray Parker, com “Alo amanha” (Hello Tomorrow), álbum este que Koz fez questão de brindar ao público com alguns números, na sua alocução, tenciona alcançar algo para o seu renascimento, refrescar o som que o tornou famoso, como se fosse o Poeta Eduardo White a dizer “ Até amanha coração”. Patti Mas a convidada especial de Koz, Patti Austin de Harlem-Nova Yorque já de 1969- 1991 andava por alguns números, como 20 musicas R&B, fez o dueto com Michael Jackson na música intitulada “ Ė estar apaixonado” (it’s the falling in love) do álbum Off the Wall, não deixou seus créditos mãos alheias. Em 2008, 53 anos depois de ter sido contratada para cantar na sua primeira gravação, ao longo do tempo atingiu nove nomeações na categoria e finalmente atribuída o premio de melhor álbum vocal de jazz pela Avant Gershwin. Actualmente, Austin trabalha e faz um dueto com James Ingram quem em 1981 gravou a musica que a levaria aos diferentes cantos deste mundo intitulada “Baby Come to Me, também com o apoio de Quincy Jones. A sua actuação foi de encantar, a sensualidade, exuberância, tecnicismo naquela voz em tom maior, menor, a audiência bem conhecedora da sua forma de ser e estar no palco, alguns presentes por nós entrevistados foram unânimes nas suas afirmações. “ Não imagino com ela era ainda na sua juventude, acho que era fenomenal, mas mesmo agora parece que não mudou nada, claro exceptuando a sua fisionomia, era como que dizer “ panela velha faz comida boa”. A diva esta bem nova. Jazz é vida

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